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Porto pode parar por segurança no trabalho

 

Muitas vezes, a vida de um portuário acidentado depende do tempo gasto na sua remoção do local de trabalho para o atendimento médico.
Se o cais público e os terminais tivessem postos de primeiros socorros, profissionais de saúde e ambulâncias, muitos trabalhadores não teriam morrido no porto.
Cais
  

Para mudar completamente a postura dos empresários e das autoridades em relação à segurança do trabalho no porto, os dez sindicatos de avulsos resolveram fazer greves de curta, média ou longa duração– para exigir os equipamentos e equipes de saúde.

A decisão foi levada à subdelegada do Ministério do Trabalho e Emprego em Santos, Rosângela Mendes Ribeiro da Silva, em 11 de junho, que prontamente se colocou à disposição dos sindicatos.

No primeiro semestre, oficialmente, morreram seis trabalhadores no porto. Extra-oficialmente, fala-se em oito. As providências precisam ser urgentes. Os óbitos estão ocorrendo em espaço de tempo cada vez menor. O Sintraport foi representado, na reunião da DRT, pelo diretor da Federação Nacional dos Portuários e técnico em segurança do trabalho Guanito Prado Alves Filho.

Porto pode parar

Sindicatos de portuários e de outras categorias fazem um minuto de silêncio, no oitão do corredor de exportação, em memória de trabalhador terceirizado soterrado no granel

 

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