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As veias do cais

É assustador a tragédia transformarse em rotina no cais santista. Não bastam suor e lágrimas para bater recordes de exportação, agora esperam sangue.

Nem terminou o primeiro semestre,e seis morreram em acidentes, pelo menos oficialmente, ultrapassando o número de 2006.

Os períodos intermediários entre um acidente e outro vêm decrescendo e chegaram a 17 dias entre a quarta e a quinta vítima.

A Norma Regulamentadora 29, do Ministério do Trabalho, com procedimentos de proteção do portuário, é totalmente desrespeitada. Operadores, armadores, terminais e seus representantes não são punidos pelo descumprimento.

A Baixada Santista precisa olhar melhor o que está acontecendo com o Porto de Santos. A menina dos olhos da região tornou-se ingrata e cruel.

(Solange Santana)

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